IPHAN/PA com programação intensa nesta quarta-feira na XX Feira Pan-Amazônica do Livro.

Na XX Feira Pan-americana do Livro, no Hangar Centro de Convenções,  nesta quarta-feira (01.06) o IPHAN terá uma extensa programação que fortalece o debate sobre patrimônio cultural e sua difusão na cidade de Belém, com oficinas, mesas, conversas, e lançamento de livro.

10h30 as 13:30 –  Oficina “Abertura de Letras” com Fernanda Martins e Sâmia Batista

O Projeto LETRAS QUE FLUTUAM realiza a oficina de “Abertura de Letras” a fim de valorizar a tradição decorativa de abrir letras em embarcações, traço cultural caraterístico da região amazônica. A oficina é ministrada por um abridor – o artista Luís Jr, que atua em portos e estaleiros da cidade e adjacências –  e uma designer do Mapinguari Design – Fernanda Martins ou Sâmia Batista. Na oficina, será exibido o mini-doc produzido durante o mapeamento dos abridores de letras em Belém e proximidades. O projeto Letras Q Flutuam é realizado pelo Mapinguari Design, e é fruto da pesquisa da designer Fernanda Martins, paulista radicada em Belém há 10 anos.

Duração: 3H/oficina

Público-alvo: estudantes educação básica (agendamento escolar)

Faixa etária: infanto-juvenil (9 a 15 anos)

Participantes: 30 pessoas/turma

Sala 1

15h – Mesa “Turista Aprendiz” – Programação Belém 400 anos – sala 1

Amarílis Tupiassu (Homenageada da Feira)

Maria Dorotéa de  Lima (IPHAN/PA)

Paulo Nunes (UNAMA)

Paulo Chaves (Secult-PA)

15h – Papo Cabeça “Arqueologia e Patrimônio Cultural” – Auditório Dalcídio Jurandir

Daniela Ferreira (IPHAN/PA)

Glenda Fernandes (IPHAN/PA)

18:30 – Venda, no Stand do IPHAN   da nova edição de “O Turista Aprendiz”

 

 

amam

Após 32 anos sem ser reeditado e, praticamente, desaparecido das livrarias, a nova edição foi realizada em conjunto com as pesquisadoras Telê Ancona Lopez e Tatiana Longo Figueiredo, do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP). A edição traz os diários das viagens etnográficas empreendidas por Mário nos anos de 1927 e 1928 pelo Norte e Nordeste, acompanhados de imagens, comentários, CD-Rom com fotos legendadas feitas na expedição e DVD com o documentário da autoria de Luiz Bargmann, A Casa do Mário, exibindo facetas do cotidiano do escritor, o outro lado do viajante.

O relato das viagens etnográficas, publicados em períodos diferentes e reunidos no título O Turista Aprendiz, reforça os ideais da Semana de Arte Moderna de 1922. Tratava-se de reinventar o país a partir do reconhecimento de suas expressões culturais. Não é por acaso que Macunaíma, uma das principais obras de Mário de Andrade, vem à luz em 1928, entre as duas viagens. É perceptível a influência do universo amazônico na construção do livro e de seus personagens

Fonte:  http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3483/patrimonio-em-literatura

Confira mais sobre a programação em: Feira do Livro

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